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BOA PRIMEIRA PARTE NÃO CHEGOU (1-0)

Pedro Santos não viu penalty claro aos 2'...

O Recreativo do LIBOLO, que ficou mais de um mês sem competir no Girabola-ZAP'17, voltou ao activo, desta vez em Luanda, no estádio 22 de Junho, frente ao Interclube.

Com 3 jogos em atraso por disputar, estávamos conscientes de que, em caso de vitória, voltaríamos a colocar em perigo os líderes da tabela. E isso incomoda muita gente...

Logo no primeiro minuto, Pedro dos Santos, o árbitro da partida, mostrou ao que veio, ao fazer "vista grossa" a um penalty claro sobre Nandinho, que foi violentamente rasteirado dentro da área de rigor, ficando, inclusive, lesionado temporariamente. Mas o árbitro não quis assinalar o castigo máximo que, se convertido, nos daria um avanço importante no marcador.

Na primeira parte, o LIBOLO foi, claramente, a melhor equipa sobre o terreno e merecia ter ido para os balneários com vantagem no score.

O primeiro tempo do Recreativo foi mesmo de luxo, vulgarizando, no seu próprio terreno, a equipa do Inter.

Mas tudo a zeros ao intervalo.

No segundo tempo, o árbitro continuou com as suas declaradas intenções e, uma vez mais, desta vez com dualidade de critérios na amostragem de cartões (Fabrício, capitão do Interclube, precisou de 7 faltas graves para ser admoestado com a cartolina amarela, enquanto DePaiza e Carlitos foram alvo dessa sanção logo na primeira infracção).

No entanto, é verdade que a nossa produção de jogo não conseguiu ser a mesma no segundo tempo, onde o Interclube, por 2 vezes, podería ter chegado ao golo.

Assim, e quando julgávamos que o nulo permaneceria no marcador, o que até seria considerado justo, em face da melhoria dos "policias" no segundo tempo, o golo da equipa da casa acabou por surgir ao minuto 83', depois de um erro colectivo do meio-campo e parte da defesa, que permitiram que um dianteiro aparecesse solto em posiçao de remate, desfeiteando Nilton, que nada pôde fazer para evitar o 1-0.

Apesar das tentativas, já havia poucos minutos para recuperar e, diga-se em abono da verdade, Vaz Pinto havia, durante a segunda metade do jogo, tentado tudo para aumentar a produtividade ofensiva, lançando Dário, Carlitos e Higino, mas com poucos resultados práticos.

Assim, o resultado não se mexeu mais e o LIBOLO acabou por sofrer mais uma derrota, na nossa opinião, injusta em face do equilibrio que se verificou nas 4 linhas.

Uma arbitragem tendenciosa não permitiu, também, muitas veleidades.

Agora, é levantar a cabeça, para os próximos compromissos...

FORÇA LIBOLO!!!

 

 

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